Eficiência energética impulsiona obras no Parque da Cidade para a COP 30 e promete economia de até R$ 400 mil por ano

Infraestrutura elétrica moderna, com subestação de 1.500 kVA e rede de 13,8 kV, será um dos legados de Belém após a conferência climática, consolidando práticas avançadas de eficiência e sustentabilidade.

A cidade de Belém (PA) entra na contagem regressiva para sediar a COP30, e as obras de infraestrutura elétrica ganham destaque como símbolo da preparação e do compromisso com a sustentabilidade. Entre os projetos em andamento, o Parque da Cidade, um dos principais espaços de convivência e lazer da capital, passa por uma transformação que unirá eficiência energética, inovação tecnológica e legado permanente para os moradores.

A iniciativa inclui a construção de uma subestação abrigada de 1.500 kVA e de uma Rede Aérea de Média Tensão de 13,8 kV, ambas executadas pela ENGEL Engenharia Eficiente, empresa associada à Associação Brasileira das Empresas de Serviços de Conservação de Energia (ABESCO). O investimento, de aproximadamente R$ 2 milhões, foi financiado pela Vale, e será concluído antes da conferência.

Projeto elétrico reforça infraestrutura e legado sustentável

De acordo com o engenheiro técnico responsável pelas obras, Nelson Simas, o projeto tem uma importância estratégica: a subestação e a rede aérea alimentarão o Parque Gastronômico, espaço que será um dos cartões de visita de Belém durante a COP 30.

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“A subestação e a rede aérea alimentarão o Parque Gastronômico, que está sendo construído para receber os visitantes, e que abrigará oito restaurantes internacionais, sendo dois deles para Chefes de Estado, e 20 fast foods. A estrutura permanecerá em definitivo”, explica Simas.

O engenheiro destaca que, além do caráter provisório de atendimento à conferência, a obra representa um legado permanente de modernização para o município. Com execução prevista de cinco meses, o projeto segue padrões rigorosos de eficiência energética e protocolos avançados de comissionamento, processos que asseguram o funcionamento ideal e a longevidade das instalações elétricas.

“A obra foi financiada pela Vale e teve um custo aproximado de R$ 2 milhões, com prazo de execução de cinco meses. E para realizá-la, utilizamos os mais modernos protocolos de comissionamento e práticas de eficiência energética”, completa Simas.

Eficiência energética garante economia e durabilidade

Um dos principais diferenciais do projeto é o foco na eficiência energética desde a fase de concepção. A iniciativa prevê redução significativa de desperdícios e de custos operacionais, com estimativa de economia entre R$ 300 mil e R$ 400 mil por ano em energia elétrica.

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Segundo Nelson Simas, esse resultado é alcançado pela combinação de materiais de alta qualidade, equipamentos de baixo consumo e sistemas inteligentes que reduzem a necessidade de manutenção e desligamentos programados.

“A estimativa é que a nova instalação gere uma economia entre R$ 300 mil e R$ 400 mil em energia elétrica. Isso só é possível graças à utilização de materiais de alta qualidade, equipamentos com menores perdas e sistemas que reduzem a necessidade de manutenção e desligamentos. O conceito de eficiência energética foi trabalhado desde a concepção do projeto, sempre com o principal objetivo de minimizar desperdícios e garantir durabilidade”, destaca o engenheiro.

Essa economia reforça a importância de investimentos em eficiência energética em obras públicas e privadas, especialmente em um momento em que o Brasil se consolida como referência em transição energética e busca reduzir emissões de carbono no setor elétrico.

Tecnologia e sustentabilidade no centro da transição energética

O projeto do Parque da Cidade simboliza uma nova etapa na integração entre infraestrutura urbana e sustentabilidade energética. Ao unir inovação tecnológica, eficiência e planejamento de longo prazo, Belém reforça sua imagem como cidade-sede preparada para receber um dos eventos climáticos mais importantes do planeta.

A COP 30, que reunirá líderes mundiais e especialistas em clima, será também uma vitrine para o Brasil apresentar seus avanços em energia limpa e eficiência. Nesse contexto, obras como a da ENGEL Engenharia Eficiente mostram como o setor elétrico pode ser protagonista na agenda verde, combinando desenvolvimento econômico e responsabilidade ambiental.

Além do impacto imediato para o evento, a modernização elétrica do Parque da Cidade deixa um legado de infraestrutura sustentável, com equipamentos de alta performance e baixo impacto ambiental — um exemplo concreto de como eficiência energética e inovação caminham juntas na construção de um futuro mais resiliente.

Eficiência energética como pilar da COP 30

A preparação de Belém para a COP 30 não é apenas um exercício de logística, mas um marco na adoção de práticas sustentáveis que devem inspirar outras capitais brasileiras. O uso de tecnologias de eficiência energética em larga escala representa um passo importante rumo a um modelo urbano mais inteligente e de menor impacto ambiental.

Com obras como a da ENGEL, a cidade dá um exemplo prático de como a infraestrutura pode ser planejada com visão de futuro, garantindo benefícios econômicos e ambientais duradouros — uma mensagem alinhada aos princípios que estarão no centro das discussões da conferência.

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