Brava Energia elege executivos da Ecopetrol para o Conselho de Administração

Troca de cadeiras ocorre após estatal colombiana assumir o controle da petroleira e segue renúncia de três conselheiros

A Brava Energia anunciou nesta quarta-feira (19) uma reestruturação no seu Conselho de Administração, marcada pela entrada de três profissionais com ampla trajetória na Ecopetrol. A transição na alta governança consolida a nova fase corporativa da petroleira independente após a estatal colombiana assumir formalmente o controle acionário da companhia.

A eleição foi deliberada pelo próprio conselho para o preenchimento de vagas abertas com as renúncias de Mateus Tessler, Ricardo de Queiroz Galvão e Henrique de Queiroz Galvão, oficializadas na terça-feira (18). Com as saídas, Catalina Velázquez Gil, Camilo Alfonso Barco e Julián Lemos Valero assumem os assentos para dar sequência ao cumprimento dos respectivos mandatos em andamento.

Perfis técnicos reforçam braço estratégico no conselho

A recomposição do colegiado traz profissionais de perfil técnico e corporativo alinhados à cultura e às diretrizes operacionais da controladora. A trajetória dos novos membros reflete atuação em áreas de gestão jurídica, finanças corporativas e desenvolvimento de novos negócios na indústria de óleo e gás.

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A executiva Catalina Velázquez Gil construiu sua carreira na estatal colombiana, onde alcançou a posição de liderança na Gerência Jurídica de Hidrocarbonetos. Camilo Alfonso Barco também desempenhou papéis na alta direção executiva da petroleira. Por sua vez, Julián Lemos Valero esteve à frente do direcionamento estratégico da companhia, liderando divisões de novos negócios e operações de fusões e aquisições (M&A).

Ajuste de governança sinaliza integração de ativos

A movimentação de cadeiras na alta administração reflete o rito de transição operacional e estratégico da Brava Energia sob a gestão da Ecopetrol. A nomeação de nomes de confiança da nova controladora visa acelerar a alocação de capital e sincronizar os processos de tomada de decisão com os padrões internacionais da petroleira colombiana.

A reformulação do conselho abre caminho para a definição dos próximos passos no desenvolvimento do portfólio de ativos em E&P da companhia, fortalecendo a governança corporativa no mercado brasileiro de exploração e produção de petróleo e gás.

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