CPFL Energia retoma assento no Conselho de Administração do Pacto Global da ONU – Rede Brasil

Com eleição de Rodolfo Sirol para mandato de três anos, companhia reafirma liderança na agenda ESG e na coordenação estratégica do setor elétrico para a Agenda 2030.

O cenário da governança sustentável no setor elétrico ganha um novo marco com o retorno da CPFL Energia ao Conselho de Administração do Pacto Global da ONU – Rede Brasil. A movimentação consolida a influência da empresa na maior iniciativa de sustentabilidade corporativa do mundo, reafirmando o papel das utilities brasileiras como vetores essenciais para o cumprimento dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

A composição do novo board para o ciclo 2026 foi ratificada em Assembleia Geral no último dia 30 de abril. O diretor de Meio Ambiente e Sustentabilidade da CPFL Energia, Rodolfo Sirol, assume como conselheiro titular, acompanhado por Maria Elisa Delgado, diretora de Operação e Execução da CPFL Renováveis, eleita como suplente.

Cronograma e Critérios de Governança

O processo eletivo seguiu os rígidos ritos do Instituto Rede Brasil do Pacto Global, iniciados em março com o período de candidaturas. A escolha dos nomes, realizada pelos participantes entre os dias 10 e 17 de abril, priorizou competências técnicas e o histórico de entrega na pauta ambiental e social.

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Os novos conselheiros foram avaliados sob critérios de diversidade, representatividade e capacidade de execução estratégica. O estatuto da organização prevê que a posse ocorra diretamente via deliberação assemblear, conferindo agilidade ao início dos trabalhos que nortearão a estratégia da Rede Brasil pelos próximos três anos.

Histórico de Liderança e Retorno Estratégico

O regresso da CPFL ao órgão máximo de governança da rede não é um fato isolado, mas a continuidade de uma trajetória de liderança. Entre 2020 e 2023, Rodolfo Sirol presidiu o Conselho, período em que a companhia capitaneou o fortalecimento institucional da Rede Brasil, focando na expansão do engajamento do empresariado nacional e na harmonização de metas corporativas com as diretrizes da Organização das Nações Unidas.

Sobre a relevância desta nova etapa para a integração do setor privado aos desafios globais, o diretor de Meio Ambiente e Sustentabilidade da CPFL Energia, Rodolfo Sirol, destaca a natureza transformadora da iniciativa: “Voltar ao Conselho do Pacto Global – Rede Brasil significa reafirmar nosso compromisso com uma agenda empresarial consistente, baseada em governança, colaboração e impacto positivo. O setor privado tem um papel fundamental no avanço da Agenda 2030 e na transformação dos compromissos em ações concretas”.

A Estratégia Ambição 2030 e o Setor Elétrico

Signatária do Pacto desde 2004, a CPFL Energia tem sido uma das vozes mais ativas na estratégia Ambição 2030. A participação no Conselho de Administração permite que a companhia contribua diretamente para o diálogo entre o setor elétrico, a sociedade civil e os organismos internacionais, especialmente em temas críticos como a descarbonização da matriz e a resiliência operacional frente às mudanças climáticas.

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A presença de executivos da CPFL e da CPFL Renováveis no board reforça o alinhamento prático dos princípios ESG (Ambiental, Social e Governança) com a operação do setor elétrico nacional. Com metas robustas de gestão de recursos e impacto social, a companhia se posiciona como um elo estratégico para que o setor privado brasileiro avance de promessas institucionais para indicadores mensuráveis de desenvolvimento sustentável.

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