Galapagos lança ETF de energia limpa na B3 com aporte de R$ 20 milhões do BNDES

GLMP11 estreia na B3 seguindo o Índice Teva Ações Energia Limpa e reúne empresas brasileiras ligadas à transição energética

A Galapagos Capital lançou na B3 o GLMP11, ETF (Exchange Traded Fund) voltado a empresas brasileiras relacionadas à transição energética. O fundo iniciou as negociações com R$ 20 milhões captados e tem o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) como investidor-âncora.

O produto integra o grupo de cinco iniciativas selecionadas em edital do BNDES para fomentar o mercado brasileiro de ETFs. O GLMP11 também possui o selo ESG da Anbima e tem como referência o Índice Teva Ações Energia Limpa, desenvolvido pela Teva Índices.

ETF acompanha diferentes segmentos do setor elétrico

A estratégia não está concentrada em uma única tecnologia, como geração solar ou eólica. O índice busca representar diferentes elos da transição energética no mercado brasileiro, incluindo empresas ligadas à infraestrutura elétrica, eficiência, descarbonização e tecnologias de suporte à transformação da matriz.

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Com essa estrutura, o GLMP11 oferece exposição diversificada ao segmento por meio de um único produto negociado em bolsa, acompanhando o desempenho da carteira definida pela metodologia do índice de referência.

Galapagos amplia carteira de ETFs

O lançamento ocorre durante a expansão da plataforma de gestão passiva da Galapagos. Com o GLMP11, a gestora chega ao 11º ETF desde sua entrada nesse mercado, iniciada no fim de 2025.

Segundo balanços divulgados pela companhia em agosto, a plataforma acumulava mais de R$ 660 milhões em patrimônio líquido e aproximadamente 5.400 cotistas.

A estreia do GLMP11 adiciona ao mercado brasileiro um instrumento de renda variável com foco específico em empresas associadas à transição energética, enquanto o aporte do BNDES reforça a estratégia da instituição de estimular o desenvolvimento do segmento de ETFs no país.

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