Grupo Equatorial instala usinas solares em escolas públicas campeãs de game sustentável

Alinhada às diretrizes do PEE/ANEEL, competição digital mobilizou 23 mil alunos e deixa legado de microgeração fotovoltaica e modernização de ativos em sete estados.

O fomento à cultura de eficiência energética e sustentabilidade no ambiente escolar ganhou um forte aliado tecnológico. O Grupo Equatorial anunciou o ranking oficial e as escolas vencedoras do Equatorial Game, iniciativa que mobilizou 23.071 estudantes e 164 escolas públicas em sete estados de atuação da holding. A rodada de premiações começou oficialmente no Rio Grande do Sul, dando início ao cronograma que instalará microgeração solar e modernização de ativos elétricos nas instituições campeãs.

As escolas que conquistaram o primeiro lugar de cada estado receberão sistemas de geração solar fotovoltaica e a substituição de equipamentos obsoletos por modelos de alta eficiência energética. Além de reduzir o consumo de eletricidade e a pegada de carbono das instituições, a medida atua como uma demonstração prática de transição energética para a comunidade. Paralelamente, os estudantes que se destacaram individualmente na competição receberão troféus, medalhas e dispositivos eficientes.

A competição representa a evolução do programa institucional E+ Educação, reformulado sob o ecossistema de aprendizagem ativa. Realizado no âmbito do Programa de Eficiência Energética (PEE), regulado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), o jogo conecta conceitos de consumo consciente e segurança no uso da eletricidade por meio de recursos de realidade virtual, simuladores digitais e gamificação.

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Ao avaliar a conclusão da primeira fase e o engajamento recorde da comunidade acadêmica, a líder do Programa de Eficiência Energética do Grupo Equatorial, Dayane Matos, enfatizou a sinergia entre novas tecnologias e impacto social: “O sucesso do Equatorial Game mostra como a aprendizagem se torna mais significativa quando conectamos tecnologia e propósito. A forte interação entre alunos e professores evidencia que o aprendizado vai além da sala de aula tradicional, contribuindo para levar conteúdo sobre eficiência energética e sustentabilidade de forma divertida e acessível.”

Engenharia de eficiência: os vencedores estaduais do ciclo de 2026

O game mobilizou redes de ensino no Sul, Sudeste, Centro-Oeste, Norte e Nordeste, evidenciando o potencial das plataformas integradas de educação para a disseminação de boas práticas de consumo. Abaixo estão as instituições que conquistaram o primeiro lugar em suas respectivas regiões:

  • Alagoas: Escola Estadual Dom Pedro II (Maceió)
  • Amapá: Escola Estadual Santa Inês (Macapá)
  • Goiás: Escola Municipal Floriano de Carvalho (Itumbiara)
  • Maranhão: Colégio Militar Tiradentes XII Raposa (Raposa)
  • Pará: EMEF Antônio Teixeira Gueiros (Ananindeua)
  • Piauí: Escola Municipal Hindemburgo Dobal (Teresina)
  • Rio Grande do Sul: EMEF Santa Cecília (Viamão)

A largada das premiações ocorreu na EMEF Santa Cecília, em Viamão (RS), onde foi assinado o termo de compromisso para o início das obras de eficiência energética e montagem da usina fotovoltaica que abastecerá a unidade.

Legado socioambiental e mudança de hábitos de consumo

Mais do que reduzir custos de custeio na rede pública de ensino, a instalação de geração distribuída solar nas escolas cria laboratórios práticos para a formação de uma nova consciência de consumo.

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O impacto dessas transformações estruturais na rotina escolar foi dimensionado pelo diretor da EMEF Santa Cecília, Ângelo Maccarini, que projetou os benefícios de longo prazo da iniciativa para a comunidade: “A premiação, com a assinatura desse termo de melhorias na escola, representa, acima de tudo, um grande legado para a nossa comunidade. Além de tornar a escola mais eficiente energeticamente, essas melhorias contribuem para oferecer um ambiente ainda mais acolhedor para os estudantes. Esse reconhecimento é resultado do empenho dos nossos alunos e reforça o compromisso da nossa rede com uma educação de qualidade.”

A mudança de comportamento estimulada pelas tarefas virtuais e desafios práticos também alcançou a economia familiar dos estudantes participantes. Um dos grandes destaques desta edição do game, o aluno João Vitor Rodrigues Soares, relatou como a experiência pedagógica reconfigurou sua visão sobre o valor dos recursos naturais e financeiros: “Eu gostei muito de como os jogos foram criados. Vou levar essas dicas para dentro de casa e para o futuro. Hoje em dia está tudo cada vez mais caro, então é importante saber economizar e usar a energia de forma consciente. Acho muito importante esse tipo de iniciativa para ensinar as pessoas a cuidar melhor dos recursos.”

Com o fim do ciclo competitivo iniciado em março de 2026, as trilhas de aprendizagem gamificadas e os conteúdos educativos permanecerão disponíveis para acesso livre na plataforma do projeto. O repositório digital permite que o corpo docente de escolas públicas continue utilizando as ferramentas ao longo do ano como recurso de apoio pedagógico, perenizando as ações de eficiência energética do grupo.

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