Lwart Alcança Produção Recorde de Óleo Básico e Conclui Expansão para se Tornar a 2ª Maior Rerrefinaria do Mundo

Com 183 milhões de litros de óleo básico Grupo II produzidos em 2025, companhia acelera obras em Lençóis Paulista para ampliar capacidade operacional em 60% e abastecer o setor elétrico e industrial.

A cadeia de suprimentos e insumos de alta performance para o setor industrial e de energia elétrica registrou um marco histórico em sua infraestrutura de economia circular. A Lwart Soluções Ambientais, líder nacional no segmento de coleta e rerrefino de Óleo Lubrificante Usado ou Contaminado (OLUC), atingiu o maior volume de produção de sua trajetória corporativa. De acordo com os dados consolidados em seu recém-publicado Relatório de Sustentabilidade 2025, a companhia ultrapassou a marca de 183 milhões de litros de óleo básico Grupo II gerados em um único exercício.

O desempenho operacional reflete a utilização plena dos ativos da empresa ao longo do último ano. A planta industrial processou aproximadamente 237 milhões de litros de OLUC, resíduo que atua como matéria-prima para a confecção do óleo básico de alta especificação técnica, largamente empregado na formulação de lubrificantes e óleos isolantes para os mercados automotivo, agrícola, industrial e de infraestrutura elétrica.

Expansão Industrial e Redução da Dependência de Importações

Sediado no município de Lençóis Paulista (SP), o complexo industrial da Lwart consolida-se como a única e maior unidade produtora de óleo básico Grupo II em operação em toda a América Latina. O atual recorde de processamento antecede a conclusão de um ciclo robusto de investimentos voltado à ampliação da infraestrutura fabril da companhia. O projeto de expansão física encontra-se em fase final de implantação, com previsão de entrada em operação comercial programada para o segundo semestre de 2026.

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A nova configuração tecnológica aportará um incremento de 60% na capacidade operacional total da Lwart. Com o início das operações da nova planta, o potencial de processamento saltará para cerca de 380 milhões de litros de OLUC por ano, alçando a companhia ao posto de segunda maior rerrefinaria do planeta. Em termos de oferta física, a expansão adicionará mais de 140 milhões de litros anuais de capacidade produtiva de óleo básico Grupo II, gerando um impacto direto na balança comercial brasileira ao mitigar a histórica dependência de produtos importados para o abastecimento doméstico.

Ao analisar a compatibilidade entre o avanço das obras estruturais e a manutenção dos indicadores de produtividade em patamares históricos, o diretor de óleos básicos da Lwart Soluções Ambientais, Marcelo Murad, destacou o planejamento estratégico da engenharia da empresa: “Conseguimos manter a operação em alta performance enquanto executávamos um dos maiores projetos industriais do setor. O recorde de produção reforça nossa eficiência operacional e nossa capacidade de crescer de forma sustentável, ampliando a contribuição da Lwart para a economia circular e para a descarbonização da cadeia de lubrificantes.”

Rendimento de Alta Performance e Descarbonização da Cadeia

Do ponto de vista puramente técnico, a operação da planta paulista destaca-se pelos índices de eficiência de refino. Em 2025, o rendimento médio verificado no processo de transformação do resíduo em óleo básico de alta pureza atingiu 76,6%. O percentual posiciona a metodologia de engenharia aplicada pela Lwart entre as mais eficientes do mundo dentro do setor de tratamento de efluentes e resíduos oleosos.

O avanço da infraestrutura também carrega metas de descarbonização auditadas pelo mercado. Conforme apontam os estudos socioambientais integrados ao planejamento da nova planta de Lençóis Paulista, o pleno funcionamento do complexo expandido possui capacidade para mitigar a emissão de aproximadamente 500 mil toneladas de dióxido de carbono (CO2) por ano. O ganho climático é mensurado a partir da comparação direta com os níveis de emissão gerados pelo processo tradicional de refino primário executado a partir do petróleo virgem, reforçando o papel do rerrefino como ativo estratégico para metas corporativas de sustentabilidade e transição energética.

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