Alupar registra crescimento de 43,9% no Lucro Líquido Regulatório e distribui R$ 69,2 milhões em dividendos no 2T25

Resultado positivo é impulsionado por expansão em projetos de transmissão e reforça compromisso da companhia com a geração de valor sustentável no setor elétrico

A Alupar, holding de energia com atuação nos segmentos de transmissão e geração, anunciou nesta quinta-feira (07) os resultados financeiros do segundo trimestre de 2025. Com destaque para a expansão do Lucro Líquido Regulatório e a continuidade de sua estratégia de crescimento sustentável, a companhia reafirma sua posição como uma das líderes em infraestrutura energética na América Latina.

No período, o Lucro Líquido Regulatório somou R$ 186,1 milhões, alta de 43,9% em relação aos R$ 129,3 milhões registrados no mesmo trimestre de 2024. O EBITDA Regulatório consolidado alcançou R$ 680,5 milhões, crescimento de 5,5% na base anual, refletindo a estabilidade operacional dos ativos e o avanço no portfólio de transmissão.

Em linha com sua política de remuneração aos acionistas, o Conselho de Administração aprovou a distribuição de dividendos intercalares no valor de R$ 69,2 milhões, equivalente a R$ 0,21 por Unit, montante 21% superior ao distribuído no segundo trimestre do ano passado.

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Receita líquida e desempenho societário sobem no trimestre

Sob os critérios societários (IFRS), a Alupar também apresentou evolução em seus principais indicadores. A receita líquida atingiu R$ 1,047 bilhão, alta de 9,8% em comparação ao segundo trimestre de 2024. O EBITDA IFRS ficou em R$ 600,5 milhões e o lucro líquido totalizou R$ 144,9 milhões no período.

Esses números refletem não apenas a maturação dos ativos em operação, como também a disciplina da empresa na alocação de capital e a capacidade de execução de novos empreendimentos no Brasil e em outros países da região.

Conclusão de obras de transmissão reforça ciclo de crescimento

Segundo o Diretor de Relações com Investidores da Alupar, Luiz Coimbra, o trimestre também foi marcado por avanços relevantes na implantação de projetos de transmissão, com destaque para a entrada em operação de ativos estratégicos.

A companhia concluiu a energização da ELTE, localizada no litoral paulista, com receita anual autorizada de R$ 90,9 milhões, e finalizou as obras da TCE, na Colômbia, que aguarda apenas os trâmites regulatórios finais para energização.

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Outro destaque foi a conclusão do processo de arbitragem e assinatura do segundo aditivo ao contrato de concessão da TNE, que resultou em uma nova receita anual de R$ 561,7 milhões e a prorrogação da concessão até setembro de 2051.

“O acordo reestabeleceu o equilíbrio econômico-financeiro do projeto, fixando uma nova receita de R$ 561,7 milhões e prorrogando o prazo da concessão até setembro de 2051”, afirmou Luiz Coimbra.

Nova aquisição na Bahia amplia presença no segmento de transmissão

A estratégia de crescimento da Alupar também inclui novas aquisições no segmento de transmissão, com foco em ativos de qualidade e retorno consistente. No trimestre, a companhia anunciou a compra do projeto Rialma IV, localizado no estado da Bahia, com 162 km de linhas de transmissão e receita prevista de R$ 21,7 milhões por ano.

“Esse é um ativo de transmissão localizado na Bahia. Com 162 KM de linhas de transmissão, esse novo projeto adicionará R$ 21,7 milhões à receita da Alupar e representa um marco relevante dentro da nossa estratégia de crescimento sustentável, reforçando nosso compromisso com a geração de valor para nossos acionistas”, destacou Luiz Coimbra.

Governança e compromisso com valor de longo prazo

Com um portfólio diversificado, operação regional e foco em resultados consistentes, a Alupar reafirma seu compromisso com a governança corporativa, a sustentabilidade financeira e a criação de valor de longo prazo para seus acionistas.

“O histórico de alocação de capital, aliado à alta capacidade de gestão e execução de projetos, são pilares essenciais para o sucesso e perenidade da Companhia”, reforçou Coimbra.

A companhia segue atenta a novas oportunidades de expansão e à consolidação de sua atuação em mercados regulados e estáveis, especialmente em transmissão, segmento considerado essencial para a transição energética e o fortalecimento da infraestrutura elétrica no Brasil e na América Latina.

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