Após renúncia de Fernanda Sacchi, Conselho de Administração promove profissional com mais de duas décadas de trajetória interna na gestão de pessoas e relações sindicais do grupo.
O Grupo Equatorial Energia formalizou uma importante movimentação em sua estrutura de governança corporativa neste meio de ano. A holding elétrica comunicou oficialmente ao mercado e aos seus acionistas que Fernanda Sacchi renunciou ao cargo de diretora da companhia, com os efeitos operacionais e jurídicos consolidados a partir desta terça-feira, 19 de maio. Para recompor o corpo diretivo, o Conselho de Administração da empresa elegeu Michele Teixeira para assumir a cadeira vaga no alto escalão.
A transição na liderança ocorre em um momento estratégico para o ecossistema da Equatorial, que vem consolidando a integração de seus ativos de distribuição, transmissão, saneamento e geração renovável (Echoenergia). Movimentações na diretoria de grandes players de infraestrutura são monitoradas de perto por agências de classificação de risco e investidores institucionais, uma vez que a continuidade das políticas de eficiência operacional e controle de custos depende diretamente do alinhamento do corpo executivo.
Perfil técnico e foco em relações sindicais e gestão de ativos
A escolha do Conselho de Administração para a composição do colegiado executivo priorizou a valorização do capital humano interno e o domínio das estruturas operacionais da companhia. A nova diretora, Michele Teixeira, possui formação em Administração de Empresas e acumula uma sólida trajetória de 23 anos dedicada à área de gestão de pessoas e estruturação corporativa, dos quais 21 anos foram desenvolvidos integralmente dentro do próprio grupo energético.
A experiência técnica da nova executiva abrange frentes críticas para a manutenção das metas de governança e sustentabilidade do negócio. Ao longo de duas décadas na empresa, a profissional esteve à frente de divisões complexas e de forte impacto regulatório para o braço de distribuição de energia, incluindo as áreas de recrutamento, desenvolvimento corporativo, arquitetura de remuneração de executivos e a condução de negociações e relações sindicais de alta sensibilidade para o equilíbrio das concessões.
A oficialização das alterações na liderança foi divulgada pela equipe de Relações com Investidores seguindo os ritos de transparência exigidos pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e pela B3. A reconfiguração da diretoria da Equatorial Energia reforça o foco da companhia no adensamento de suas políticas de ESG (Ambiental, Social e Governança), especialmente no pilar de governança e diversidade em cargos de liderança, garantindo que o cronograma de investimentos nas concessões de distribuição e nos novos projetos de infraestrutura permaneça em execução regular ao longo do ano.



