UCB Power consolida liderança em armazenamento no mercado solar brasileiro

Pelo segundo ano consecutivo, marca figura no “top 3” da preferência de integradores, segundo o Estudo Greener; setor foca em qualidade e sistemas híbridos em 2026.

O mercado fotovoltaico brasileiro atravessa uma fase de transição qualitativa, onde a busca por eficiência e resiliência energética supera a lógica de volume de vendas. Nesse cenário de maior rigor técnico, a UCB Power, por meio de sua marca Unipower, reafirmou sua posição estratégica ao figurar, pelo segundo ano consecutivo, entre as três marcas de baterias mais lembradas pelos integradores no Brasil, conforme apontado pelo Estudo Greener 2025.

O reconhecimento ocorre em um momento de maturação do setor, que em 2025 lidou com um cenário de contrastes: se por um lado o segmento atraiu bilhões em investimentos, por outro enfrentou gargalos de conexão, restrições regulatórias e aumento no custo de capital. Essa conjuntura forçou uma profissionalização acelerada dos players da ponta.

A ascensão dos sistemas híbridos e do armazenamento

A evolução do perfil do consumidor brasileiro tem sido o principal motor para a adoção de sistemas de armazenamento. Se anteriormente o payback era o único balizador de investimento, o mercado atual prioriza atributos como segurança energética e independência da rede. Esse movimento colocou as soluções híbridas no centro do portfólio da maioria das empresas de integração.

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Para o diretor comercial da UCB Power, Leonardo Carmo, o desempenho da marca reflete a consolidação de uma relação de confiança técnica estabelecida diretamente no canteiro de obras: “No atual momento em que vivemos no mercado de energia, a lembrança de marca deixa de ser apenas uma métrica de marketing e passa a refletir a confiança construída no campo. Estar entre as marcas mais lembradas significa ter presença consistente nos projetos, desempenho comprovado e proximidade real com o integrador.”

Taxas de conversão recordes e critério técnico

Embora o volume total de propostas comerciais tenha sofrido retrações pontuais devido ao cenário macroeconômico, a taxa de conversão de projetos atingiu níveis recordes. O dado é um indicativo de que o integrador se tornou mais criterioso, priorizando a qualidade dos componentes e a solidez dos fornecedores.

Em um mercado ainda fragmentado, onde grande parte das empresas operacionais surgiu nos últimos cinco anos, a reputação de marcas estabelecidas atua como um selo de garantia para projetos de longo prazo. A “venda por preço” cedeu espaço para a “venda por performance”, especialmente em sistemas que envolvem a complexidade técnica das baterias.

Desafios de infraestrutura e visão de futuro

Apesar do otimismo com o armazenamento, o setor ainda monitora de perto as limitações da infraestrutura de rede, que seguem como o principal desafio para a viabilização técnica de novos projetos em larga escala. No entanto, a percepção é de que a energia solar ultrapassou a barreira de “alternativa econômica” para se tornar pilar estratégico de consumo.

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Ao analisar as perspectivas para o próximo ciclo, Leonardo Carmo reforça que a consistência tecnológica será o divisor de águas entre as companhias: “Olhando para frente, os desafios permanecem, especialmente em relação à infraestrutura de rede e à viabilização técnica dos projetos. No entanto, as oportunidades são ainda mais relevantes. A energia solar no Brasil deixou de ser apenas uma alternativa econômica e hoje ocupa um papel central na estratégia energética de empresas e consumidores. E, nesse novo contexto, marcas que entregam confiança, tecnologia e consistência tendem a ganhar ainda mais relevância.”

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