Com a volta da bandeira tarifária vermelha patamar 2, modelo de contratação direta atrai empresas interessadas em previsibilidade orçamentária, sustentabilidade e economia de até 35% no custo da energia
A partir de agosto, os consumidores brasileiros voltarão a sentir no bolso os efeitos do acionamento da bandeira vermelha patamar 2, conforme anunciado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Após 11 meses de estabilidade, o custo adicional será de R$ 7,87 a cada 100 kWh consumidos, pressionando o orçamento de residências e, especialmente, das empresas com elevado consumo de energia.
Em meio ao aumento tarifário, o mercado livre de energia desponta como uma solução estratégica, oferecendo preços mais competitivos, previsibilidade nos contratos e isenção das bandeiras tarifárias. Neste ambiente, consumidores podem negociar diretamente com geradores e comercializadores, com liberdade para definir volumes, prazos e condições de fornecimento.
Economia e previsibilidade em tempos de incerteza
A possibilidade de escapar das oscilações tarifárias do mercado regulado tem atraído empresas de diferentes portes e setores. De acordo com Alan Henn, CEO da Voltera e engenheiro eletricista, a previsibilidade orçamentária é hoje um dos principais diferenciais buscados por gestores.
“As empresas estão cada vez mais preocupadas com previsibilidade orçamentária e sustentabilidade, e o mercado livre de energia se apresenta como uma solução estratégica. Neste ambiente, é possível economizar até 35% na conta de luz e ainda optar por fontes renováveis, como solar, eólica e hidrelétrica”, afirma Henn.
Além dos benefícios econômicos, o modelo livre oferece maior controle sobre os custos energéticos. Ao firmar contratos com preços fixos e livres de cobranças adicionais por escassez hídrica ou horário de consumo, os consumidores se protegem de surpresas e podem planejar com mais segurança.
“Nossos clientes relatam reduções de até um terço nos custos com energia, além de maior previsibilidade. Isso permite planejar melhor o orçamento e fugir das surpresas na fatura”, destaca o executivo.
Sustentabilidade e metas ESG impulsionam adesão
Outro fator que tem impulsionado a migração para o mercado livre é o alinhamento com práticas ESG (ambientais, sociais e de governança). A contratação de energia proveniente 100% de fontes renováveis é possível sem a necessidade de investimentos em geração própria ou mudanças estruturais.
“A Voltera ainda oferece um certificado próprio que comprova o uso de energia limpa, o que agrega valor à marca e à comunicação com stakeholders”, explica Henn.
A companhia também disponibiliza ferramentas digitais que permitem o monitoramento do consumo em tempo real, emissão de relatórios inteligentes e identificação de desperdícios. Com base nesses dados, é possível implementar estratégias de eficiência energética e reduzir ainda mais os custos.
Transição viável para empresas a partir de 500 kW
A abertura gradual do mercado tem permitido que empresas de menor porte também tenham acesso ao ambiente livre. Atualmente, organizações com demanda a partir de 500 kW já podem migrar, mediante um processo simplificado e sem necessidade de infraestrutura adicional.
“Dezenas de empresas já migraram com a Voltera e hoje economizam com segurança. Empresas com consumo a partir de 500 kW já podem fazer parte desse mercado”, pontua o CEO.
A previsão do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) é de que os reservatórios das principais hidrelétricas brasileiras permaneçam abaixo da média histórica, enquanto a Aneel projeta que a bandeira verde só voltará a vigorar em janeiro de 2026. Diante desse cenário, permanecer no mercado cativo representa um risco financeiro crescente.
“Para as empresas que desejam proteger o caixa e agir estrategicamente, o momento de migrar é agora. O mercado livre de energia oferece uma solução imediata, econômica e sustentável para enfrentar o cenário atual”, finaliza Henn.



