Brava Energia inicia produção no poço PPT-52 e avança em campanha offshore no Campo de Papa-Terra

Com autorização ambiental do Ibama, petroleira coloca em operação o novo poço produtor na Bacia de Campos, dando continuidade ao cronograma de desenvolvimento de ativos offshore.

A Brava Energia iniciou, nesta terça-feira (29), a operação comercial do poço PPT-52, situado no Campo de Papa-Terra, em águas profundas da Bacia de Campos. A liberação do ativo foi emitida após o aval regulatório do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), permitindo a integração do novo ponto de extração à infraestrutura de produção existente na área.

O poço integra o planejamento estratégico da petroleira voltado à execução de uma campanha de perfuração que contempla quatro novos poços produtores distribuídos entre os campos de Papa-Terra e Atlanta. Atualmente, o PPT-52 encontra-se na fase inicial de escoamento, cumprindo os protocolos operacionais voltados à estabilização gradual do fluxo de hidrocarbonetos.

Execução de cronograma e eficiência operacional

A campanha de desenvolvimento offshore tem sido tratada pela companhia como um vetor prioritário para a otimização de portfólio e a maximização da recuperação de reservas na Bacia de Campos. O cumprimento das metas estabelecidas para o ativo reflete a ênfase na disciplina de custos e na segurança sistêmica dos processos de perfuração e complementação submarina.

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A relevância do marco operacional para o planejamento estratégico da empresa foi detalhada pelo diretor de Operações Offshore da Brava Energia, Carlos Travassos: “A entrada em operação do PPT-52 no Campo de Papa-Terra representa mais um passo relevante na execução da nossa campanha de perfuração offshore. O início das atividades reafirma nossa disciplina na execução do cronograma e o foco em maximizar o potencial produtivo dos nossos ativos, fortalecendo a eficiência e a segurança das nossas operações.”

Perspectivas para a infraestrutura de Papa-Terra

Com a adição do PPT-52, a Brava Energia busca elevar a eficiência operacional de suas unidades estacionárias de produção localizadas em Papa-Terra, mitigando declinações naturais de reservatório e otimizando a capacidade instalada de processamento. A continuidade do programa de perfuração nos próximos meses deverá consolidar a curva de produção da companhia no offshore brasileiro.

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