Rio Grande do Norte amplia protagonismo na energia solar com a entrada em operação do Complexo Fotovoltaico Dunamis

Empreendimento do Novo PAC, com investimento de R$ 569 milhões e 117,5 MW de capacidade instalada, reforça a matriz renovável e impulsiona o desenvolvimento regional

O Rio Grande do Norte consolidou sua posição de liderança na geração de energia renovável com a entrada em operação do Complexo Fotovoltaico Dunamis, no município de Santana do Matos (RN). O empreendimento começou a operar no dia 24 de setembro de 2025, representando mais um passo estratégico do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC) do Governo Federal no avanço da matriz elétrica sustentável do país.

Com 117,54 megawatts (MW) de capacidade instalada, o Complexo Dunamis é composto por 36 unidades geradoras, distribuídas em quatro usinas, Dunamis I, II, III e IV. O investimento total é estimado em R$ 569 milhões, evidenciando o papel estruturante do setor de energia solar na promoção do desenvolvimento econômico e social da região.

Energia limpa e infraestrutura moderna para o futuro do RN

O novo complexo fotovoltaico reforça o protagonismo do Rio Grande do Norte como um dos principais polos de geração de energia solar e eólica do Brasil. A energia produzida no empreendimento será conectada à Rede Básica Nacional por meio de uma subestação elevadora e uma linha de transmissão de 230 kV, em circuito duplo, com aproximadamente 100 metros de extensão.

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Essa infraestrutura foi projetada para garantir segurança operacional, eficiência energética e estabilidade no fornecimento, ampliando a integração das fontes renováveis no sistema elétrico brasileiro.

A operação do Complexo Dunamis reforça o compromisso do estado com uma transição energética justa e sustentável, reduzindo a emissão de gases de efeito estufa e ampliando a participação das fontes limpas na matriz nacional.

Licenciamento ambiental e sustentabilidade

O processo de licenciamento ambiental do empreendimento foi conduzido pelo Instituto do Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente do Rio Grande do Norte (IDEMA-RN), que emitiu as Licenças de Operação (LO) para as quatro usinas e para a linha de transmissão associada.

O cumprimento rigoroso das etapas de licenciamento reforça o compromisso do projeto com as melhores práticas socioambientais, garantindo que o desenvolvimento energético ocorra em harmonia com a preservação ambiental e com o bem-estar das comunidades locais.

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O projeto também representa um avanço importante na interiorização dos investimentos em energia limpa, com impactos positivos sobre o emprego, a renda e o dinamismo econômico em municípios do interior potiguar, uma das regiões com maior incidência solar do país.

O papel do Novo PAC na expansão da matriz elétrica renovável

A inclusão do Complexo Dunamis no Novo PAC demonstra o foco estratégico do programa em acelerar obras de infraestrutura energética que apoiem o crescimento sustentável e fortaleçam a segurança do abastecimento elétrico nacional.

Ao impulsionar empreendimentos de grande porte como o Dunamis, o Governo Federal busca modernizar a matriz elétrica brasileira, ampliar a capacidade instalada em fontes renováveis e estimular o desenvolvimento regional com base em inovação e sustentabilidade.

O projeto também contribui para os compromissos climáticos do Brasil, que prevê a neutralidade de carbono até 2050, e para o cumprimento das metas de energia limpa estabelecidas nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU.

Rio Grande do Norte: referência nacional em energia renovável

O Rio Grande do Norte é hoje o estado com maior capacidade instalada de energia eólica do Brasil e vem expandindo rapidamente sua presença na geração fotovoltaica. Com condições naturais privilegiadas, infraestrutura de transmissão em expansão e um ambiente regulatório favorável, o estado tem atraído grandes investimentos privados e se consolidado como um laboratório de inovação energética no país.

A entrada em operação do Complexo Fotovoltaico Dunamis reforça esse protagonismo e posiciona o RN como uma peça-chave na transição energética brasileira, gerando impactos positivos tanto no âmbito ambiental quanto no econômico e social.

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