Equipamento inovador alia eficiência técnica, menor impacto ambiental e contribui para a agenda de descarbonização da companhia
A TSEA Energia deu mais um passo em sua estratégia de sustentabilidade com o lançamento de um novo regulador de tensão monofásico voltado para redes de distribuição. O diferencial do equipamento está na utilização de óleo isolante vegetal em substituição ao tradicional óleo mineral, ampliando o desempenho técnico e reduzindo riscos ambientais e de segurança.
O anúncio reforça a postura da empresa diante de um setor em plena transformação, pressionado pela necessidade de reduzir emissões, alinhar-se a práticas ESG e atender a um sistema elétrico cada vez mais desafiador em função da integração de fontes renováveis e de cargas eletrônicas sensíveis.
Inovação sustentável para redes de distribuição
O novo regulador da TSEA foi projetado para manter a tensão dentro dos limites estabelecidos pelas normas nacionais e internacionais, mesmo em cenários de complexidade crescente no setor de distribuição. O uso do óleo isolante vegetal garante um ponto de fulgor de 360°C, tornando o equipamento menos suscetível a incêndios, além de ser biodegradável e não tóxico, reduzindo impactos ao solo e à fauna em caso de vazamento.
Do ponto de vista técnico, a escolha pelo óleo vegetal também prolonga a vida útil do regulador em até oito vezes, graças à sua maior capacidade de suportar sobrecarga térmica. Isso se traduz em menos trocas, menor frequência de manutenção e maior confiabilidade para as distribuidoras e concessionárias que adotarem a tecnologia.
A performance do regulador é reforçada pelo comutador sob carga (OLTC), capaz de realizar até 1 milhão de operações mecânicas, com troca de derivação em apenas 350 milissegundos. Compatível com diferentes controladores, o equipamento pode ser instalado em gabinetes de aço-carbono ou inox e adaptado conforme a necessidade técnica de cada cliente.
ESG e descarbonização no centro da estratégia
Desde 2023, a TSEA vem consolidando sua agenda de sustentabilidade por meio de práticas alinhadas às normas ABNT PR 2030 ESG. O esforço inclui a publicação anual de relatórios de sustentabilidade, inventário de emissões de gases de efeito estufa desde 2022 e a obtenção, em 2025, do selo prata do programa GHG Protocol da Fundação Getulio Vargas. O próximo passo é ampliar o plano de descarbonização e buscar o selo ouro.
Além disso, a companhia já possui certificações ISO 14064 e ISO 14001, que atestam o monitoramento rigoroso de suas atividades, acompanhado por uma engenheira ambiental responsável.
Para Adelízia Oliveira, responsável pela área de Excelência Operacional da TSEA, o lançamento vai além da inovação tecnológica:
“Este lançamento representa mais do que uma escolha tecnológica. Ao disponibilizar a opção de óleo isolante vegetal aos nossos clientes, reforçamos nosso compromisso com práticas que respeitam o meio ambiente e com uma atuação responsável diante dos desafios climáticos. A sustentabilidade não é apenas uma exigência regulatória, é uma responsabilidade com o futuro.”
Viabilidade econômica e suporte técnico
Embora o custo inicial do óleo vegetal seja superior ao do óleo mineral, a diferença vem diminuindo, tornando-se cada vez mais viável em longo prazo. Quando somada à redução na frequência de manutenção e à robustez do equipamento, a solução reforça não apenas o argumento ambiental, mas também o técnico e econômico.
Para apoiar os clientes na adoção da tecnologia, a TSEA oferece suporte especializado, reforçando a combinação entre eficiência operacional e responsabilidade ambiental.
Um marco para o setor elétrico
Mais do que adicionar um produto ao portfólio, a TSEA busca transformar seus processos e consolidar uma postura empresarial alinhada às metas globais de descarbonização. O lançamento do regulador de tensão com óleo vegetal reforça o posicionamento da empresa como parceira estratégica da transição energética brasileira, ao oferecer soluções que unem segurança, desempenho e sustentabilidade.
Ao expandir seu portfólio sustentável, a TSEA não apenas responde às demandas regulatórias e de mercado, mas também assume um papel ativo na construção de um setor elétrico mais verde, seguro e eficiente para as próximas décadas.



