UHE Juruena incorpora tecnologia WEG para garantir eficiência e segurança nas novas subestações

Equipamentos de alta tensão fornecidos pela WEG integram fase final da usina de 50 MW, que reforça a presença de fontes renováveis na matriz elétrica brasileira

A Usina Hidrelétrica Juruena, localizada no município de Campos de Júlio, no estado do Mato Grosso, está em fase de testes de operação e representa um novo marco na expansão da geração renovável no Brasil. Com 50 megawatts (MW) de potência instalada, o empreendimento tem capacidade para abastecer aproximadamente 100 mil residências, reforçando o papel estratégico da fonte hídrica na segurança e diversificação da matriz elétrica nacional.

Situada em uma das mais importantes formações fluviais do país — a bacia hidrográfica do Amazonas —, a UHE Juruena faz parte de um conjunto de investimentos em infraestrutura energética na região Norte, com foco no desenvolvimento sustentável e na ampliação da capacidade instalada por meio de fontes limpas e confiáveis.

Equipamentos WEG garantem confiabilidade ao sistema

Para atender às exigências técnicas da subestação associada à usina, a WEG foi responsável pelo fornecimento de um conjunto de seis secionadores de alta tensão da classe 145 kV. Os equipamentos, fundamentais para garantir segurança operacional e flexibilidade na gestão da rede, foram projetados em dois modelos distintos: quatro com abertura vertical (1.250 A de corrente nominal) e dois com abertura semi-pantográfica vertical (2.000 A).

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As chaves secionadoras têm papel central na arquitetura elétrica da UHE Juruena, permitindo o isolamento seguro de circuitos e equipamentos durante manutenções programadas ou em situações de emergência, sem a necessidade de interromper a operação de toda a subestação.

“As chaves secionadoras desempenham papel essencial no sistema elétrico da usina, garantindo o isolamento seguro de circuitos e equipamentos durante intervenções de manutenção, ou situações de emergência, sem comprometer a operação do restante da subestação”, destaca a empresa.

O fornecimento dos secionadores pela WEG está alinhado à sua estratégia de atuar de forma ativa na modernização do setor elétrico brasileiro, com foco em tecnologia nacional, robustez operacional e atendimento às especificações técnicas mais exigentes.

Desenvolvimento sustentável e inovação tecnológica

O projeto da UHE Juruena reflete não apenas a busca por maior segurança energética na região Norte do país, mas também a consolidação de investimentos sustentáveis, pautados pelo uso racional dos recursos naturais e pela adoção de equipamentos de alta performance.

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“Sua aplicação contribui diretamente para a confiabilidade e a flexibilidade da operação da unidade, assegurando continuidade e eficiência do sistema”, afirmou a companhia em nota, referindo-se à importância das soluções implementadas para garantir a estabilidade do fornecimento.

A adoção de equipamentos fabricados no Brasil também contribui para o fortalecimento da cadeia produtiva nacional, estimulando a geração de empregos qualificados e o desenvolvimento tecnológico de fornecedores do setor elétrico.

Contribuição para a matriz renovável

A entrada em operação da UHE Juruena ocorre em um contexto no qual a expansão das fontes renováveis é fundamental para atender à crescente demanda por energia elétrica no país, sem aumentar as emissões de gases de efeito estufa. De acordo com dados da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), a matriz elétrica brasileira já conta com mais de 85% de participação de fontes limpas, como hidráulica, solar, eólica e biomassa — índice considerado um dos mais elevados do mundo.

“Este projeto reforça o compromisso da WEG com o desenvolvimento de soluções tecnológicas voltadas para a expansão e modernização do setor elétrico nacional, especialmente em empreendimentos que promovem a geração renovável e o uso eficiente da energia”, concluiu a companhia.

Com o avanço das obras e a finalização dos testes de operação, a expectativa é de que a usina esteja plenamente integrada ao Sistema Interligado Nacional (SIN) nos próximos meses, contribuindo não apenas com o atendimento da carga regional, mas também com a estabilidade do suprimento no país.

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