Com ADMS, nova subestação em Muriaé e retirada de equipamentos com PCB, empresa acelera digitalização, eficiência e sustentabilidade da rede que atende 67 municípios
A Energisa Minas Rio está executando um dos mais ambiciosos projetos de modernização da gestão da distribuição de energia elétrica no Brasil, com destaque para a implementação do Advanced Distribution Management System (ADMS) — um sistema integrado e inteligente que promete transformar a operação elétrica, a experiência do cliente e a eficiência no uso de recursos. A iniciativa, somada a novos investimentos em infraestrutura, como a subestação Muriaé III, e ações de sustentabilidade, como a retirada de equipamentos com bifenilas policloradas (PCB), consolida o compromisso da empresa com um fornecimento mais moderno, seguro e sustentável.
“Nossas ações visam não apenas melhorar a infraestrutura elétrica, mas também contribuir para o crescimento sustentável de toda a área de concessão. Acreditamos que, ao investir em melhorias contínuas na rede elétrica, estamos criando um ambiente mais seguro e eficiente para todos, impulsionando o progresso e beneficiando diretamente a comunidade”, afirmou Eduardo Mantovani, diretor-presidente da Energisa Minas Rio.
ADMS: tecnologia de ponta a serviço da distribuição
O ADMS (Advanced Distribution Management System) representa um salto tecnológico na forma como a distribuidora monitora, gerencia e responde a ocorrências na rede elétrica. Trata-se de uma plataforma que integra controle operacional, gestão de equipes de campo e central de atendimento ao cliente em um único ambiente, possibilitando uma visualização em tempo real do desempenho da rede e respostas mais rápidas e precisas a falhas ou interrupções.
A tecnologia permite, por exemplo, detectar automaticamente uma queda de energia, localizar com precisão o ponto de falha e enviar uma equipe de manutenção com base em dados analíticos e georreferenciados. Com isso, a atuação passa a ser proativa e preventiva, reduzindo o tempo de restabelecimento de energia e os impactos para os consumidores.
A previsão é que a primeira fase do projeto seja concluída no início de julho, beneficiando diretamente mais de 612 mil clientes da concessionária em Minas Gerais e no Rio de Janeiro.
Nova subestação reforça infraestrutura em Muriaé
Além da digitalização, a Energisa Minas Rio também avança na expansão da infraestrutura elétrica física com a construção da Subestação Muriaé III, prevista para ser entregue em novembro de 2025. O novo empreendimento beneficiará diretamente mais de 22 mil residências, incluindo as localidades de Vermelho, São Fernando, Boa Família e Bom Jesus do Cachoeira.
A subestação vai fortalecer a confiabilidade da rede, absorver o crescimento da demanda e reduzir riscos de sobrecarga, especialmente em períodos de maior consumo. O investimento integra um plano mais amplo da empresa para modernizar e expandir os serviços em 67 municípios atendidos, promovendo melhorias contínuas na qualidade do fornecimento.
Investimentos estruturais e sustentabilidade
O projeto da Energisa Minas Rio contempla um conjunto de ações estruturantes que inclui modernização das redes, treinamento técnico das equipes e substituição de equipamentos obsoletos. Parte essencial dessas ações é a retirada de equipamentos contendo PCB (bifenilas policloradas) — substâncias químicas tóxicas, não biodegradáveis e que oferecem risco ambiental e à saúde.
Esses equipamentos, comuns em transformadores e capacitores antigos, estão sendo substituídos por alternativas tecnológicas mais eficientes e ambientalmente seguras, em alinhamento com compromissos regulatórios e de sustentabilidade global.
A ação representa uma postura proativa da empresa frente à transição energética justa e limpa, além de responder às crescentes exigências por uma infraestrutura de distribuição mais resiliente, digital e sustentável.
Modernização que beneficia a população
Com os investimentos realizados, a Energisa Minas Rio visa gerar benefícios diretos para famílias, comunidades e empreendimentos locais, promovendo:
- Redução do tempo de resposta a falhas e interrupções;
- Aumento da confiabilidade do fornecimento de energia;
- Expansão da capacidade da rede para novos consumidores e empreendimentos;
- Menor impacto ambiental nas operações;
- Melhoria da experiência do consumidor com soluções digitais mais ágeis.
O projeto também está alinhado às diretrizes da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) e aos compromissos de descarbonização e transição digital no setor elétrico brasileiro.



