Alinhamento ao Grupo ENGIE global impulsiona estratégia voltada à sustentabilidade e inovação no setor elétrico
A ENGIE Brasil Energia, uma das líderes em geração de energia limpa no país, anunciou nesta quarta-feira (26) uma nova estrutura organizacional que entrará em vigor a partir de 1º de julho de 2025. A reformulação visa alinhar ainda mais a atuação da empresa ao modelo operacional global do Grupo ENGIE, fortalecendo o foco estratégico em áreas como energias renováveis, armazenamento, transmissão de energia, governança e gestão de pessoas.
As mudanças também têm como objetivo ampliar a eficiência operacional e acelerar o protagonismo da companhia no processo de transição energética do Brasil, consolidando sua liderança em soluções sustentáveis e inovadoras.
“Estamos dando mais um passo importante na evolução da ENGIE Brasil Energia, reforçando nosso compromisso com a excelência operacional e a sustentabilidade. Essa nova estrutura nos permitirá atuar com ainda mais agilidade e foco nas nossas áreas estratégicas, alinhados à visão global do Grupo ENGIE”, afirmou o diretor-presidente da ENGIE Brasil Energia, Eduardo Sattamini.
Mudanças estratégicas
A nova estrutura traz alterações em cargos-chave da diretoria executiva. Uma das principais novidades é a criação da Diretoria de Energias Renováveis e Armazenamento, que será liderada por Guilherme Ferrari, até então Diretor de Novos Negócios. Ele passa a ser responsável pelo desenvolvimento, implantação, operação e manutenção dos ativos de geração renovável e dos sistemas de armazenamento da companhia.
Outra novidade é a nomeação de Gustavo Labanca, executivo com sólida trajetória dentro do Grupo ENGIE, para a nova Diretoria de Transmissão de Energia, que ficará encarregada da gestão dos ativos de transmissão da empresa.
Na área de capital humano, a empresa anunciou Sophie Quarré de Verneuil como a nova Diretora de Recursos Humanos, reforçando a importância da gestão de talentos e do alinhamento cultural com os valores da organização.
Já Felipe Batista assume a Diretoria Jurídica e de Ética, ampliando a governança e o compromisso com a integridade institucional, enquanto Pierre Leblanc foi designado para a Diretoria Financeira e de Relações com Investidores, cargo essencial na interlocução com o mercado e no suporte às decisões estratégicas de investimento.
As diretorias de Gestão e Comercialização de Energia e de Regulação, Estratégia e Comunicação permanecem sob liderança de Marcos Keller Amboni e Gabriel Mann dos Santos, conforme anunciado em maio.
Operações mais integradas
Como parte da nova estrutura, as atuais diretorias de Operação e Implantação deixam de ser estatutárias e passam a se reportar diretamente à nova Diretoria de Energias Renováveis e Armazenamento. Com isso, os executivos José Luis Laydner e Paulo Henrique Müller permanecem em suas funções, agora com escopos ajustados para fortalecer a sinergia entre as áreas.
Além disso, a ENGIE Brasil Energia comunicou a renúncia de Luciana Moura Nabarrete e Eduardo Takamori Guiyotoku, que assumirão novos desafios em empresas controladas do Grupo ENGIE. Luciana será Diretora-Presidente da ESOM, empresa responsável pelos serviços de operação e manutenção dos ativos de transporte de gás da ENGIE no Brasil. Já Takamori passa a atuar como Diretor Financeiro e de Relações com Investidores da ENGIE Energia Peru, ampliando a presença estratégica do grupo na América Latina.
Alinhamento à visão global
Com a nova estrutura, a ENGIE Brasil Energia reforça seu compromisso com os pilares da transição energética: descarbonização, descentralização e digitalização. A reestruturação também representa uma resposta às novas exigências do setor elétrico, que demanda agilidade, inovação e uma gestão corporativa baseada em ESG (ambiental, social e governança).
As alterações visam ainda ampliar a capacidade da companhia em entregar valor sustentável aos acionistas, clientes e à sociedade, com foco na liderança da agenda de transformação energética no país.



