Iniciativa oferece condições especiais a ONGs e instituições em projetos de habitação, reforçando compromissos ESG e alinhamento aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável
A Schneider Electric, líder global em transformação digital em gestão de energia e automação, e a Steck, referência no setor elétrico há mais de cinco décadas, anunciaram o lançamento de sua Política Social, uma iniciativa voltada ao fortalecimento do terceiro setor.
O programa foi desenhado para apoiar organizações sem fins lucrativos, fundações e associações que atuam em projetos de habitação e construção civil em todo o Brasil. A proposta é viabilizar o acesso a produtos elétricos seguros, eficientes e sustentáveis, oferecendo condições diferenciadas para aquisição de equipamentos dos portfólios das duas companhias.
A medida busca não apenas garantir maior qualidade técnica e segurança nas edificações de comunidades vulneráveis, mas também gerar impactos sociais mensuráveis no acesso à energia e na melhoria das condições de moradia.
Conexão com a agenda ESG e os ODS da ONU
A nova política reflete diretamente o compromisso de Schneider Electric e Steck com a agenda ESG (ambiental, social e de governança).
A Steck, por meio do Selo ESG Steck, estabeleceu a meta de beneficiar 35 mil brasileiros com ações sociais até 2025. Entre as práticas adotadas pela companhia estão o uso integral de energia renovável, a concepção de produtos sustentáveis e a adoção de processos produtivos que respeitam o meio ambiente em toda a cadeia de valor.
Já a Schneider Electric reforça sua trajetória com o programa Compromisso ESG, que integra metas sociais, ambientais e de governança. A empresa promove diversidade e inclusão em seus projetos, além de acelerar a transição energética e digital de forma justa e responsável.
Um dos destaques recentes foi o alcance antecipado da meta global de capacitar 1 milhão de pessoas em gestão de energia — objetivo que estava previsto para o fim de 2025, mas foi atingido com dois trimestres de antecedência. Nas últimas duas décadas, a empresa também viabilizou o acesso a eletricidade limpa e confiável para 56 milhões de pessoas em diferentes países.
Ambas as companhias são signatárias do Pacto Global da ONU, reforçando o alinhamento com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). Especificamente, a Política Social contribui para o ODS 11 – Cidades e Comunidades Sustentáveis, ao promover soluções que tornam as moradias mais seguras, inclusivas e resilientes.
Energia como vetor de transformação social
O lançamento da Política Social se insere em um contexto no qual a energia elétrica vai além da infraestrutura básica e se torna elemento central para o desenvolvimento social e econômico sustentável.
Ao ampliar o acesso de instituições do terceiro setor a soluções elétricas modernas, seguras e eficientes, Schneider Electric e Steck buscam multiplicar o impacto positivo em comunidades de baixa renda. Isso significa desde garantir maior segurança contra acidentes domésticos até proporcionar infraestrutura elétrica adequada para escolas comunitárias, centros de acolhimento e projetos habitacionais populares.
Essa visão conjunta também fortalece a noção de que iniciativas sociais do setor elétrico podem contribuir para reduzir desigualdades estruturais, especialmente em regiões com déficit habitacional e carência de infraestrutura básica.
Uma estratégia de longo prazo
Mais do que uma ação pontual, a política lançada pelas duas empresas deve se consolidar como parte de uma estratégia de longo prazo. Schneider Electric e Steck destacam que o objetivo não é apenas fornecer produtos a preços acessíveis, mas construir relações de impacto contínuo com organizações do terceiro setor, acompanhando a implementação de soluções que realmente transformem vidas.
Para especialistas, a iniciativa reforça o papel das grandes corporações do setor elétrico no ecossistema de desenvolvimento sustentável do país. Em um cenário de crescente demanda por moradias seguras, acessíveis e sustentáveis, o suporte técnico e estratégico de empresas líderes pode acelerar a execução de projetos sociais em escala nacional.



