Edifícios de alto padrão em Itapema investem em autonomia energética e prometem operação total mesmo em apagões

Empreendimentos do Grupo J.A. Russi terão geradores com capacidade de abastecer 100% das áreas comuns e apartamentos por até 3 horas em caso de falha no fornecimento da rede elétrica

No competitivo mercado imobiliário de Itapema (SC), dois novos empreendimentos de luxo prometem não apenas exclusividade e alto padrão de acabamento, mas também um diferencial que ganha cada vez mais relevância no cenário urbano: autonomia energética total.

Os edifícios High Tower e Saint John, assinados pelo Grupo J.A. Russi, contarão com geradores capazes de manter o funcionamento integral dos prédios — incluindo elevadores, áreas comuns e os próprios apartamentos — por até três horas em caso de falhas no fornecimento da rede elétrica.

A proposta atende a uma demanda crescente por conforto, conectividade e segurança em todos os momentos, inclusive durante apagões. “Estamos atentos às transformações do mercado e buscamos constantemente implementar soluções que proporcionem mais conforto e segurança para os nossos clientes, além de avanços na experiência habitacional atendendo ao novo comportamento do consumidor. Essa tecnologia de geração de energia garante que, mesmo em momentos de instabilidade elétrica, o cotidiano dos moradores siga com tranquilidade. Em um mundo altamente conectado, contar com esse suporte é fundamental e um diferencial estratégico que atende aos desejos de várias gerações”, afirma Suzana de Fátima Russi Chiamenti, presidente do Grupo J.A. Russi.

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Inovação e valorização imobiliária caminham juntas

O investimento em geração de energia própria impacta não apenas na experiência do morador, mas também no valor de mercado do imóvel. A capacidade de garantir serviços essenciais como refrigeração, iluminação e conectividade — especialmente importantes para quem trabalha em home office, famílias com crianças ou idosos e pessoas que utilizam equipamentos médicos — é vista como um diferencial competitivo importante.

Essa inovação também colabora para a valorização dos ativos e melhora a liquidez dos imóveis. Segundo especialistas, empreendimentos com infraestrutura energética de backup têm maior atratividade junto ao público de alto padrão, que busca soluções completas para conforto e previsibilidade em todas as circunstâncias.

Conheça os projetos: High Tower e Saint John

O High Tower, com 52 pavimentos e 48 unidades, será um dos edifícios mais altos de Itapema. Com Valor Geral de Vendas (VGV) de R$ 300 milhões e ticket médio de R$ 4 milhões, o empreendimento terá área de lazer de 2.575 m² com cerca de 20 ambientes decorados, assinados por profissionais como o arquiteto Jayme Bernardo e o designer Chiro. O prédio contará com fachada ventilada, sistema de automação, segurança reforçada e pontos de recarga para veículos elétricos. A entrega está prevista para dezembro de 2030.

Já o Saint John, previsto para maio de 2028, contará com 48 unidades com mais de 300 m² privativos, VGV de R$ 200 milhões e localização privilegiada a poucos metros da praia. A arquitetura é inspirada no conceito “luxo praiano”, com fachadas envidraçadas do chão ao teto e materiais nobres.

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Entre os destaques estão a fachada ventilada, vagas com carregadores para carros elétricos e uma área de lazer dividida em dois níveis: um pavimento com pub, parrilla, academia e brinquedoteca, e um rooftop a 108 metros de altura com piscinas aquecidas, sauna e lounge projetado por Carlos Rossi.

Tendência de mercado e resiliência energética

A crescente busca por imóveis capazes de operar normalmente durante interrupções de energia acompanha tendências globais de resiliência urbana e sustentabilidade. Em áreas como o litoral catarinense, onde há grande concentração de residências de alto padrão e o perfil do comprador valoriza autonomia e tecnologia, esse tipo de solução se torna ainda mais estratégica.

Além disso, o investimento em tecnologias de geração própria — como sistemas híbridos com painéis solares, baterias e geradores — pode contribuir com políticas públicas de segurança energética, especialmente em momentos de maior estresse no sistema elétrico nacional.

Conclusão

A aposta do Grupo J.A. Russi em prédios com capacidade de manter 100% da operação energética por horas mesmo em casos de apagão antecipa uma tendência que deve se intensificar nos próximos anos: a incorporação da autossuficiência energética como elemento de diferenciação e valorização imobiliária.

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