Com mais de 150 profissionais mobilizados, companhia realiza ações preventivas e garante suporte em tempo real para assegurar continuidade do serviço durante o encontro de chefes de Estado
Com o objetivo de garantir a estabilidade e a continuidade do fornecimento de energia elétrica durante a realização da Cúpula do BRICS, que acontece entre os dias 4 e 7 de julho no Rio de Janeiro, a Light, distribuidora responsável por grande parte do fornecimento de energia no estado, preparou um esquema operacional especial. A iniciativa visa atender aos pontos críticos do evento, que reunirá chefes de Estado, ministros e delegações internacionais de cinco das maiores economias emergentes do mundo: Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul.
A operação inclui o reforço de equipes técnicas, inspeções preventivas em subestações estratégicas, a instalação de geradores em pontos sensíveis, suspensão de serviços programados e monitoramento contínuo a partir dos centros de controle da companhia. O plano foi desenvolvido em articulação com órgãos públicos e comitês de segurança estaduais e municipais, com foco em evitar qualquer interrupção no fornecimento de energia durante os encontros de alto nível.
Ponto a ponto: ações preventivas e estrutura de apoio
Entre os locais atendidos pela operação especial da Light estão o Museu de Arte Moderna (MAM), a Marina da Glória, o Vivo Rio, o Centro Integrado de Comando e Controle (CICC), além de hotéis e áreas de hospedagem das delegações.
“Nossas equipes estarão alocadas nos locais dos eventos e posicionadas em áreas-chave para garantir pronta resposta em qualquer ocorrência. Além disso, contaremos com o monitoramento em tempo real feito pelos nossos Centros de Operação, com suporte adicional nos centros do Governo do Estado e da Prefeitura”, explicou João Paulo Parreira, Superintendente de Operações da Light.
Mais de 150 profissionais estarão mobilizados entre técnicos de campo, engenheiros, gestores operacionais e equipes de monitoramento remoto. A companhia também definiu pontos focais por localidade, com profissionais responsáveis por responder rapidamente a eventuais demandas específicas.
Suspensão de serviços e uso de geradores
Como parte do plano de contingência, a Light suspendeu temporariamente todos os serviços programados de manutenção e ampliação da rede nas áreas próximas aos eventos. O objetivo é evitar qualquer interferência no fornecimento de energia durante os dias de realização da Cúpula.
Além disso, geradores de grande porte foram posicionados estrategicamente e estão em regime de prontidão, garantindo redundância no abastecimento e mitigando riscos associados a possíveis falhas técnicas ou imprevistos.
Integração com centros de comando e operações
A Light integrou seu Centro de Operação de Distribuição (COD) ao Centro Integrado de Comando e Controle do Governo do Estado (CICC), ao centro de monitoramento da Prefeitura do Rio e às forças de segurança pública. Essa integração visa agilizar a troca de informações e garantir uma resposta coordenada e eficiente diante de qualquer evento crítico.
Com o monitoramento remoto em tempo real, a companhia também poderá detectar oscilações na rede e executar manobras automáticas que reduzam o impacto de eventuais ocorrências, mantendo a estabilidade do sistema elétrico em pontos prioritários.
Segurança energética em eventos internacionais
A realização de grandes eventos internacionais impõe desafios operacionais complexos ao sistema elétrico urbano, sobretudo em áreas densamente povoadas como a cidade do Rio de Janeiro. A Cúpula do BRICS envolve grande circulação de pessoas, infraestrutura de comunicação reforçada e exigências de segurança energética elevadas.
Nesse cenário, o papel da Light é fundamental para garantir o suporte técnico e operacional necessário à estabilidade das atividades, contribuindo não apenas com a infraestrutura elétrica, mas também com a imagem institucional do país perante a comunidade internacional.
O compromisso da companhia com a resiliência energética, especialmente em ocasiões estratégicas como essa, reforça sua posição como agente essencial da infraestrutura do estado do Rio de Janeiro.



