Com a maior rede subterrânea da América Latina, concessionária investe em formação internacional para ampliar a eficiência e segurança de seus serviços no Brasil
A Light, concessionária responsável pela distribuição de energia elétrica em uma das regiões mais populosas do Brasil, deu mais um passo relevante rumo à excelência técnica e à modernização de seus serviços. A companhia enviou um grupo de eletricistas para um treinamento técnico especializado em Nova Iorque, nos Estados Unidos, voltado à operação e manutenção de redes subterrâneas reticuladas, uma das mais complexas infraestruturas do setor elétrico urbano.
O programa de capacitação acontece na cidade que abriga a maior rede subterrânea de energia do mundo e inclui visitas técnicas, oficinas práticas e imersão em tecnologias de ponta aplicadas à operação segura e eficiente desse tipo de sistema. A iniciativa fortalece o compromisso da Light com a inovação, a segurança operacional e o aprimoramento contínuo de sua equipe técnica.
Segundo Leonardo Bersot, gerente de manutenção da rede subterrânea da Light, o envio dos profissionais ao exterior reflete uma estratégia clara de crescimento técnico da companhia. “Queremos melhorar ainda mais o serviço prestado aos nossos clientes. Para o treinamento em Nova Iorque criamos uma agenda com foco em ampliar o domínio técnico sobre os equipamentos mais importantes da rede subterrânea reticulada. O objetivo é aprender e somar ao que já aplicamos em nosso dia a dia”, destaca.
A Light opera atualmente a maior rede subterrânea da América Latina, sendo detentora do quarto maior sistema reticulado do mundo — atrás apenas de cidades como Nova Iorque, onde esse modelo de distribuição é referência em confiabilidade, redundância e segurança. A escolha da cidade americana para o intercâmbio técnico reforça o alinhamento da Light com as melhores práticas internacionais do setor.
Formação técnica com impacto direto na operação
O programa de treinamento envolve uma série de atividades com alto grau de especialização. Os eletricistas brasileiros participaram de visitas à fábrica de equipamentos Protetor Network, onde acompanharam inspeções, montagem e análise de unidades. Além disso, os profissionais receberam instruções sobre relés comunicantes, atualizações tecnológicas em equipamentos de proteção e análise de relatórios técnicos de ensaio. A proposta é proporcionar uma visão integrada da manutenção preventiva e corretiva, com foco na redução de falhas e melhoria na confiabilidade da rede.
Para Vanderlei da Silva Santos, eletricista da Light, o aprendizado adquirido durante o intercâmbio tem valor além do domínio técnico. “Essa experiência tem sido fundamental para ampliar meus conhecimentos na área. Mais do que isso, será essencial multiplicar o que aprendi com os novos colegas da empresa, promovendo uma cultura de excelência e troca de saberes dentro da Light”, afirma. Segundo ele, participar do treinamento representa um marco pessoal e profissional, “um sentimento de dever cumprido ao ver os resultados do próprio trabalho refletindo na qualidade do serviço prestado à população”.
Wendel Munck, também eletricista da companhia, destaca o impacto da formação internacional em sua visão de futuro. “É uma grande oportunidade aprender com outra cultura, com uma tecnologia diferente e em uma língua que nos desafia. Estou voltando com soluções que podem ser aplicadas aqui e que, com certeza, vão contribuir com toda a equipe”, compartilha. Ele também agradeceu à Light pela confiança e pela oportunidade de representar a empresa em um projeto de tanto valor estratégico.
Compromisso com inovação e segurança
A capacitação de equipes operacionais é um dos pilares da estratégia de modernização da Light, que visa garantir maior estabilidade, resiliência e segurança no fornecimento de energia elétrica — especialmente em áreas urbanas densamente povoadas, onde redes subterrâneas evitam interferências climáticas e aumentam a confiabilidade.
Nos últimos anos, a Light tem ampliado seus investimentos em tecnologias de rede, digitalização de ativos e qualificação de pessoal, buscando padrões operacionais de países líderes em infraestrutura energética. Essa política vem ao encontro das exigências crescentes do setor elétrico brasileiro, que passa por transformações intensas impulsionadas pela digitalização, transição energética e mudanças no perfil de consumo.
Além disso, a troca de experiências com operadores internacionais é vista como uma forma de acelerar a incorporação de boas práticas, reduzindo o tempo de aprendizado e antecipando soluções que já se provaram eficazes em sistemas avançados.



