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INB anuncia novo presidente e diretores com foco em diálogo, equilíbrio financeiro e expansão da produção

INB anuncia novo presidente e diretores com foco em diálogo, equilíbrio financeiro e expansão da produção

Marcelo Xavier assume a presidência das Indústrias Nucleares do Brasil destacando proximidade com empregados, apoio a projetos estratégicos e fortalecimento da cadeia nuclear nacional

A Indústrias Nucleares do Brasil (INB), estatal responsável pela mineração, beneficiamento e enriquecimento de urânio no país, iniciou uma nova fase de gestão em agosto com a posse de seu novo presidente e a renovação parcial da diretoria. O movimento reforça o compromisso da empresa com equilíbrio financeiro, expansão da produção e valorização de seus colaboradores, além de apoiar projetos estratégicos como Angra 3 e Santa Quitéria.

O novo presidente, Marcelo Xavier de Castro, tomou posse no dia 4 de agosto. Com 38 anos de trajetória na INB, iniciada como estagiário, Xavier representa a continuidade de uma cultura técnica sólida e o fortalecimento da governança da companhia. Já no dia 13, assumiram suas funções os novos diretores Itamar de Almeida (Finanças e Administração) e Tomás Antônio Albuquerque de Paula Pessoa Filho (Recursos Minerais). Permanecem na diretoria Reinaldo Gonzaga (Combustível Nuclear) e o contra-almirante Alexandre de Vasconcelos Siciliano (Enriquecimento Isotópico), garantindo integração entre renovação e experiência na liderança.

Foco na proximidade e valorização dos empregados

Ao assumir o cargo, Xavier deixou claro que uma das marcas de sua gestão será o diálogo próximo com os colaboradores, em todas as unidades da estatal.

“As portas da presidência e das diretorias estarão sempre abertas. Quero estar presente em todas as unidades, conhecer de perto suas potencialidades e demandas, e construir soluções junto com os empregados”, afirmou.

Esse compromisso reflete um movimento de mudança cultural dentro da INB, que busca reconhecer o papel estratégico de sua equipe técnica na sustentabilidade da cadeia nuclear brasileira. A diretoria destacou ainda que a atuação integrada é essencial para o alcance dos resultados: fortalecer operações, superar desafios e consolidar avanços no setor.

Prioridades estratégicas para o setor nuclear brasileiro

Entre as principais prioridades da nova gestão estão:

  • Equilíbrio financeiro da INB: essencial para garantir a sustentabilidade dos projetos e a autonomia da estatal.
  • Aumento da produção em Caetité (BA): unidade responsável pela mineração de urânio, cuja expansão é vital para reduzir a dependência externa e assegurar o suprimento de combustível nuclear para as usinas de Angra.
  • Apoio à conclusão da usina de Angra 3 (RJ): projeto histórico para a segurança energética do país, que poderá ampliar em 1.405 MW a capacidade instalada do parque nuclear brasileiro.
  • Avanço do projeto de Santa Quitéria (CE): complexo de extração de urânio e fosfato, considerado estratégico para diversificar a matriz produtiva da empresa e reforçar o protagonismo brasileiro no setor.

Esses pilares colocam a INB em sintonia com a agenda energética nacional, na qual a diversificação da matriz e a busca por segurança de abastecimento ganham relevância frente à transição energética global.

Fortalecimento da governança e papel estratégico da INB

A renovação da diretoria demonstra um equilíbrio entre experiência acumulada e novas perspectivas para o futuro. O novo time de liderança destaca que a integração entre áreas será fundamental para fortalecer a performance da empresa, aumentar a eficiência operacional e consolidar a confiança do setor nuclear no Brasil.

Com a valorização dos empregados no centro da estratégia, a INB reforça que o capital humano é essencial para o desenvolvimento tecnológico e operacional. A aposta em diálogo, proximidade e soluções construídas em conjunto evidencia a visão de que inovação e eficiência só se concretizam com engajamento da equipe.

Nesse cenário, a companhia reafirma seu papel estratégico: apoiar a segurança energética brasileira, desenvolver projetos que impactam diretamente a soberania nacional e impulsionar a cadeia de valor nuclear, da mineração ao combustível.